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Histologia Animal Definição: estudo dos tecidos (conjunto de células diferenciadas e adaptadas à uma determinada função) em animais

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TitleHistologia Animal Definição: estudo dos tecidos (conjunto de células diferenciadas e adaptadas à uma determinada função) em animais
Date conversion15.05.2013
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Histologia Animal

  • Definição: estudo dos tecidos (conjunto de células diferenciadas e adaptadas à uma determinada função) em animais.

  • Tipos básicos de Tecidos Animais:

    • Epitelial.
    • Conjuntivo.
    • Muscular.
    • Nervoso.

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  • Tecido Epitelial:

    • Formado por células poliédricas justapostas com matriz intercelular reduzida ou ausente.


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    • Tipos de Tecido Epitelial:
      • Revestimento: recobrem a superfície externa do corpo e o interior de órgãos cavitários. Podem ser:
        • Simples (uma camada de células). Ex: Endotélio (vasos sanguíneos), Epitélio Intestinal (com Microvilosidades), Epitélio dos Túbulos Renais (com Invaginações).
        • Estratificados (mais de uma camada de células). Ex: Epiderme.
        • Pseudo-estratificados (uma camada de células de diferentes alturas). Ex: Epitélio Traqueal.


  • Foto: Corte Transversal de Secção de Pele Grossa mostrando Tecido Epitelial Estratificado.



  • Foto: Corte Transversal de Secção do Lábio mostrando Tecido epitelial Estratificado Pavimentoso.



  • Foto: Corte Transversal da Traquéia mostrando Tecido Epitelial Pseudo-Estratificado.



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    • Tipos de Tecido Epitelial:
      • Glandular: especializadas na produção e secreção de substâncias, formando glândulas. Podem ser:
        • Exócrinas: eliminam secreções para fora do corpo ou para o interior do tubo digestório através de ductos. Ex: Sudoríparas, Salivares, Sebáceas, Gástricas, Entéricas.
        • Endócrinas: eliminam suas secreções, os hormônios, diretamente no sangue. Ex: Hipófise, Tireóide, Paratireóides, Supra-renais ou Adrenais.
        • Anfícrinas ou Mistas: eliminam secreções exócrinas e endócrinas. Ex: Pâncreas (Suco Pancreático no Duodeno; e Insulina e Glucagon no Sangue).


  • Foto: Corte Transversal do Ducto Secretor de Glândula Salivar.



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  • Tecido Conjuntivo:

    • Formado por células amorfas com abundante matriz intercelular, sendo responsável pelo preenchimento, sustentação e transporte de substâncias pelo corpo.
    • Tipos de Tecido Conjuntivo:
      • Propriamente Dito (TCPD): apresenta células típicas (Fibroblastos, Macrófagos, Mastócitos, Plasmócitos e Adipócitos) imersas em uma matriz gelatinosa com fibras de Colágeno (resistência) e Elastina (elasticidade). Pode ser Frouxo (Derme, Hipoderme) ou Denso (Tendões).


  • Foto à Esquerda: Tecido Conjuntivo Frouxo.

  • Foto à Direita: Tecido Conjuntivo Denso.



  • Foto: Tecido Conjuntivo Adiposo.



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    • Tipos de Tecido Conjuntivo:
      • Cartilaginoso: apresenta células especializadas (Condrócitos) que secretam uma rede compacta de fibras Colágenas em uma matriz gelatinosa consistente sem vascularização. Pode ser Hialina (Articulações), Elástica (Ouvido Externo e Epiglote) e Fibrosa (Discos Intervertebrais).
      • Obs: Forma o esqueleto de alguns vertebrados (Agnatos e Condríctes).


  • Fotos: Tecido Conjuntivo Cartilaginoso.



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    • Tipos de Tecido Conjuntivo:
      • Ósseo: formado por células (Osteócitos) localizadas em cavidades (Osteoplastos) existentes no interior de uma matriz intercelular extremamente rígida de natureza orgânica (Fibras Colágenas) e inorgânica (Fosfato de Cálcio), que apresenta canais de ligação (Havers e Volkmann) permitindo a nutrição destas células. Forma o esqueleto encontrado na maioria dos Vertebrados.


  • Foto à Esquerda: Tecido Conjuntivo Ósseo.

  • Esquema à Direita: Estrutura Interna de um Osso.



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    • Tipos de Tecido Conjuntivo:
      • Hematopoiético: responsável pela formação dos Elementos Figurados do Sangue (Hemácias, Leucócitos e Plaquetas) através da Hematopoese (diferenciação em células sanguíneas a partir de Células-Tronco pluripotentes). Pode ser Mielóide (Medula Óssea Vermelha) e Linfóide (Baço e Gânglios Linfáticos).


  • Esquema: Tecido Conjuntivo Hematopoiético e a diferenciação dos elementos Figurados do Sangue.



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  • Tecido Muscular:

    • Células alongadas denominadas Fibras Musculares;
    • Capacidade de contração (gasto de energia) e relaxamento;
    • Sarcoplasma (Citoplasma) com Miofibrilas de natureza protéica (Actina e Miosina).


  • Figura: Estrutura geral de uma Fibra Muscular (Célula) com Miofibrilas protéicas.



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    • Tipos de Músculos:
    • Liso ou Visceral: com fibras uninucleadas sem estrias transversais e com contração lenta e involuntária.
    • Ex: Revestimento de órgãos ocos (tubo digestório, brônquios e bronquíolos, vasos sanguíneos, útero etc.).
    • Estriado Esquelético: com fibras plurinucleadas, estrias transversais e contração rápida e voluntária.
    • Ex: Bíceps, Tríceps etc.
    • Estriado Cardíaco: com fibras plurinucleadas, estrias transversais e contração rápida e involuntária.
    • Ex: Miocárdio (Coração).


  • Figura: Tipos de Músculos.



  • Foto à Esquerda: Tecido Muscular Liso.

  • Foto à Direita: Tecido Muscular Cardíaco.

  • Foto Central: Tecido Muscular Estriado Esquelético.



  • Figura: Sistema Muscular Humano.



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    • Estrutura de uma Miofibrila:
      • Feixes protéicos sobrepostos de Actina e Miosina.
      • Unidade estrutural: Sarcômero.
      • Teoria dos Filamentos Deslizantes (Huxley) para a Contração Muscular: deslizamento das fibras de Actina sobre as de Miosina (com gasto de energia e de sais minerais como Ca++, Mg++ e K+).


  • Figura: Contração Muscular.



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    • Energia para a Contração Muscular:
      • Fonte primária de energia: ATP (Respiração Celular ou Fermentação Láctica).
      • Reposição imediata do ATP: Creatina-Fosfato ou CP.
      • Reserva energética primária: Glicogênio (polissacarídeo de reserva animal encontrado nos músculos).
      • Reserva energética secundária: Lipídios (Gorduras).


  • Figura Superior: Metabolismo Energético da Contração Muscular.

  • Figura à Esquerda: Estrutura do ATP.

  • Figura à Direita: Contração Muscular.



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    • Propriedades da Contração Muscular:
      • Limiar de Excitação: menor estímulo capaz de causar a contração muscular.
      • Lei do “Tudo ou Nada”: toda fibra muscular atinge contração máxima quando estimulada.
      • Tetanização ou Tetania: contração que persiste até o fim do estímulo ou até a fadiga.
      • Somação: a intensidade da contração de um músculo depende da quantidade de fibras musculares estimuladas.


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  • Tecido Nervoso:

    • Responsável pela percepção de estímulos externos (ambientais) e internos (órgãos) além do controle das atividades do organismo através de respostas “rápidas” desencadeadas por células especializadas na condução de uma mensagem específica (Impulso Nervoso) ao longo de suas membranas plasmáticas e por mediadores químicos (Neurotransmissores) que permitem a continuidade desta mensagem de uma célula para outra.


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    • Principais Células componentes do Tecido Nervoso:
      • Neurônios: responsáveis pela condução e continuidade do Impulso Nervoso.
      • Células da Glia ou Neuróglia: responsáveis pela nutrição, sustentação e proteção dos neurônios. Podem ser Astrócitos, Oligodendrócitos e Microgliais.
      • Ex: Células de Schwann (sintetizam a Bainha de Mielina).


  • Figura: Estrutura geral de um neurônio.



  • Foto: Corte Longitudinal do Córtex Cerebral



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    • Impulso Nervoso:
      • Propagação de uma “onda” de despolarização ao longo da membrana plasmática de um neurônio devido ao transporte ativo de íons (com gasto de ATP).
      • Sentido do Impulso Nervoso:
    • Dendrito Corpo Celular Axônio


  • Figura à Esquerda: Sentido de Condução do Impulso Nervoso

  • Figura à Direita: Detalhe da Bainha de Mielina ao redor de um Axônio.



  • Figura à Esquerda: Propagação do Impulso Nervoso ao longo de um Neurônio.

  • Figura à Direita: Demonstração do Potencial de Ação (Despolarização) que caracteriza o Impulso Nervoso.



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    • Sinapse:
      • Região entre dois neurônios consecutivos ou entre um neurônio e um órgão efetor (músculo, glândula) por onde a continuidade do impulso nervoso ocorre através de Neurotransmissores Químicos (Noradrenalina, Acetilcolina, Dopamina, Serotonina).


  • Figura: Liberação de Neurotransmissores em uma Sinapse.



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    • Tipos de Neurônios:
      • Sensoriais ou aferentes: conduzem impulsos dos receptores de estímulos ambientais ou internos para o sistema nervoso central (cérebro, medula).
      • Efetuadores, motores ou eferentes: conduzem impulsos do sistema nervoso central aos órgãos efetuadores de respostas, tais como músculos ou glândulas.
      • Associativos (ou interneurônios): estabelecem a ligação entre os dois tipos precedentes (não são obrigatórios; em certos casos a conexão é direta).


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    • Nervo: feixe de prolongamentos de neurônios (axônios, dendritos ou ambos), como fios reunidos num cabo elétrico, localizado fora das partes centrais do sistema nervoso.
    • Gânglio Nervoso: dilatação que contém corpos celulares de neurônios, situada em um nervo, fora das partes centrais do sistema nervoso.


  • Figura: Estrutura de um Nervo e de Gânglios Nervosos.



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